Meu grande amigo Poncio Pilatos me lembrou que neste mês dois álbuns importantíssimos da história do Heavy-Metal fazem aniversário. Um deles é a pedra fundamental, o que inventou a porra toda. O outro moldou o estilo e mostrou a direção a seguir.

Black_Sabbath_debut_album No dia 13 de Fevereiro de 1970, uma Sexta-Feira 13, era lançado pela Vertigo Records, no Reino Unido o álbum que definiria um estilo, que criaria um tipo de música que muitos levam como religião. “Black Sabbath”, da banda homônima que até o ano anterior chamava-se “Earth”, mostrava desde sua capa sombria (que depois ficou conhecida como “a capa da bruxa”, entre os fãs) que seu conteúdo era diferente de tudo que fora escutado até então. O nome veio de um filme de 1963, “I tre volti della paura” – que no Reino Unido saiu como “Black Sabbath” do diretor italiano Mario Bava, por sugestão do baixista Geezer Butler, que era grande fã de magia negra e filmes de terror. A atmosfera sombria do álbum, as letras pesadas, e o uso latente do chamado “Trítono” garantiram a diferença entre outros grupos que incitavam essas temáticas em suas músicas, destacando o Sabbath como uma banda realmente única. O “Trítono” (bem visível na música título “Black Sabbath”) – para quem é músico – é um intervalo entre alturas de duas notas que possua três tons inteiros, exatamente. Isso causa uma “dissonância” de som, dando um ar… digamos “sombrio” para quem escuta. Durante um bom tempo foi proibido pela Igreja, justamente por causarem esse sentimento de tensão – como por exemplo na Quinta Sinfonia de Beethoven. Você pode encontrar mais informação sobre o “Diabo na músicaaqui.

As letras do álbum também remetiam à assuntos sombrios, como “N.I.B.” (que, de acordo com o guitarrista e dono da banda Tony Iommi, não significa “Nativity in Black”), onde as letras foram escritas do ponte de vista de… Lúcifer. Hoje bem mais popular, “O Senhor dos Anéis” é o tema da música “The Wizard”, o que também foi considerado um “assunto sobrenatural”. O álbum ainda contava com dois covers, “Evil Woman”, da banda Crow” e “Warning” da banda “Retaliaton”, do lendário baterista Aynsley Dunbar (que tocou com Frank Zappa, Jeff Beck, John Mayall, UFO, Journey e Whitesnake), ambas as canções com temática “Blues”, devidamente “metalizadas” para o álbum do Sabbath. 

A primeira – e considerada clássica – formação do Sabbath contou com o lendário Ozzy Osbourne nos vocais, Tony Iommi na guitarra, Geezer Butler no baixo e Bill Ward na bateria. O tracklist foi:

  • Black Sabbath
  • The Wizard
  • Behind the Wall of Sleep
  • N.I.B.
  • Evil Woman
  • Sleeping Village
  • Warning 

Posteriormente, na remasterização de 1996, a música “Wicked World” entrou no álbum.

O Black Sabbath inventou praticamente todos os “riffs” de Heavy Metal que conhecemos hoje. Este álbum criou um estilo e definiu uma nova vertente musical. Se você quiser conhecer Heavy-Metal, ou já é fã, e quer saber a origem de tudo, não pode deixar de ter esse álbum. 40 anos de “Black Sabbath”.

Judas_Priest_British_Steel Se o Sabbath inventou a porra toda, antes das milhares de ramificações que o estilo tem hoje, o Judas Priest apontou o caminho do hoje chamado “Classic Heavy-Metal”. E foi com o lendário “British Steel” de 1980 que o Judas, há 30 anos atrás, mostrou onde estava esse caminho. Assim como o Sabbath, a icônica capa de “British Steel” mostrava que o conteúdo do álbum era diferente, um modelo que seria seguido a partir daquele momento. Seria possível ser mais “Metal” do que esse disco? Se você já tocou guitarra na sua vida e gosta de rock (nem vou falar “metal”) você já tocou seguramente dois riffs : “Smoke on the Water” (do Deep Purple) e “Breaking the Law” do Judas.

No ano passado, o Judas iniciou suas turnês de comemoração de 30 anos de “British Steel”, tocando o álbum na integra. O original foi lançado no dia 14 de Abril de 1980, pela Columbia. É um álbum curto – com somente 36:10 minutos, mas que vai “direto ao assunto”. O tracklist foi:

  • Breaking the Law
  • Rapid Fire
  • Metal Gods
  • Grinder
  • United
  • Living After Midnight
  • You Don’t Have te be Old to be Wise
  • The Rage
  • Steeler

As versões americanas e depois a versão remasterizada apresentaram uma ordem diferente para as música. Na versão remasterizada, foi incluída também a música “Red, White & Blue” – que foi gravada durante as sessões para o álbum “Turbo” de 1985 – e uma versão ao vivo para “Grinder”. A formação na época contava com Rob Halford nos vocais, Glenn Tipton e K.K. Downing nas guitarras, Ian Hill no baixo e Dave Holland na bateria, que é o único membro que não é contado na formação “clássica” da banda. O baterista Scott Travis (“Racer X”), que só entrou em 1989, é a peça que falta para a formação clássica, muito possivelmente pelo outro clássico da banda “Painkiller”, de 1990, que aliás, completa 20 anos – e é uma nova definição para o estilo.

Enfim, um ano de comemorações metálicas. Vou escutar os dois pra comemorar agora.

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Fazendo a minha lista para participar do PodCast do pessoal do "Garotos são Espertos", vi que minha lista de "Blockbusters" para esse ano ficou meio grande, e resolvi postar por aqui também. Como o ano já andou, a lista é tardia, mas ainda dá pra correr atrás do prejuízo. Como dizem que no Brasil as coisas só começam depois do carnaval, se isto for verdade para você, se atualize no que vai rolar nesse ano :

Janeiro

  • Avatar
    A esta altura do campeonato, você já viu. Se não viu, tem que ver. Mesmo sabendo que o roteiro é "Pocahontas" recauchutado, e o filme é longo demais. Mas você não vai lá para ver uma história fantástica. Você vai lá pra ter uma experiência fantástica, e ver a nova - e acertada - tentativa de uma experiência 3D de verdade. E isto é importante : vá ver em 3D, vá ver em IMAX. Senão, vai ser só um filme ruim dos “Smurfs” adultos do James Cameron.
  • Sherlock Holmes
    Em uma versão "Batman e Robin" do passado, Robert Downey Jr., já devidamente reabilitado como ator, empresta o carisma que também salvou o Homem de Ferro a este personagem clássico, que acaba ficando completamente descaracterizado de tudo que você já viu. Se você é fã dos filmes de Guy Ritchie (Snatch, "...Dois canos fumegantes", "Revolver" e afins), vai se decepcionar, e muito. Se você for fã de Sherlock Holmes, também. Se for fã do Downey Jr., vai gostar, pois é o Tony Stark do passado. É divertido, mas podia ter sido, muito, muito melhor. Deixa um gancho para um segundo filme, mas a maior lição é que Jude Law nasceu para ser coadjuvante.

Fevereiro

  • O Lobisomem
    Estreou essa semana, tem um trailer bom, mas acho que não sustenta a história. O DelToro é um puta ator, mas tá num papel tão errado quanto Jack Nicholson em "Lobo". O diretor é o Joe Johnston  de “Mar de Fogo”, “Jurassic Park III”, “Jumanji”, “Rockteer”, alguns episódios do “Jovem Indiana Jones”, participou da equipe de efeitos visuais de Star Wars (da trilogia original) e vai dirigir “Capitain America, the First Avenger” (que vai ser bomba). Mesmo com esse currículo (que tem mais erros do que acertos)…Não vai dar certo.
  • Percy Jackson e o Ladrão de Raios
    O Chris Columbus acertou três roteiros na vida: “Goonies”, “Gremilins” e “O Enigma da Pirâmide”. Como diretor acertou uns filmes e encheu o rabo de grana : “Esqueceram de mim”, “Babá quase perfeita” e os dois primeiros “Harry Potters” (os fofinhos). Mas no geral, mais errou do que acertou (“Homem Bi-Centenário”, “Mamãe quer que eu case”). Vai ser outro filme pré-adolescente bobo que vai tentar continuar uma franquia com o fim de Harry Potter a caminho. Até as letras do pôster são iguais às de Harry Potter. 

Março

  • A ilha do Medo
    Scorcese e DiCaprio. Deu certo em “Gangues de Nova York”, “Os infiltrados” e até no chatíssimo "O Aviador". Será ? Outro filme de época (1954), mas com o roteiro que parece bom.

Abril

  • Alice no País das Maravilhas
    Estamos sendo torturados por imagens típicas do Tim Burton em virais pela Internet já faz um tempo. E já sabemos que Johnny Deep e Tim Burton funcionam bem (sim, gostei até de “Sweeny Todd”). Em 3D ainda por cima ? Tiro certo, acredito. A história da Alice sempre foi meio viajante, sombria. No filme será uma “continuação” da história: Alice agora tem 19 anos. Acho que vai ficar no tom certo. Só temo pra não ficar muito "A Fantástica Fábrica de Chocolate", que é bom, mas exagerado.
  • Clash of the Titans (Fúria de Titãs)
    Apesar do assunto ser o mesmo, não acho que é uma refilmagem do original de 1981, mas a história é baseada na mitologia grega, contando as aventuras de Perseu, que é legal, é bacana, é pimpão, mas é o filho mortal de Zeus. E sabe como é, ser filho de Zeus não é fácil. Ainda mais quando a mina que você pega – Andrômeda - tem que casar com um monstro, só Zeus sabe o porque. Mas nessa versão, parece que Zeus tem outras travessuras para o pequeno Perseu. E o filme tem um elenco estelar : Sam Worthington (de “Terminator 4” e “Avatar”, parece estar virando o ator de ação do momento), Ralph Finnes (que é Hades, o cramunhão) e Liam Neeson (que é Zeus). O diretor é o Louis Leterrier, que é novato, mas já dirigiu o novo “Hulk”, “Cão de Briga” e “Carga Explosiva 2” - um dos melhores filmes ruins de todos os tempos - além de ser assistente do primeiro filme. E : 3D !
  • Homem de Ferro 2
    Tá, o diretor Jon Favreau é legal, ele e a Marvel acertaram muito no primeiro filme, o Robert Downey Jr. renasceu das cinzas, é super carismático... E isso todo mundo já sabe. O que todo mundo quer ver em "Iron Man 2" é a Scarlett Johnasson como viúva negra vestida em roupas de látex. Porque sinceramente, o "Whiplash" como vilão, não dá. Não sei porque ainda não trouxeram o Mandarim. Mas enfim, além disso, pra quem gosta dos quadrinhos, vai ter a "Máquina de Guerra", e o ator do primeiro filme que fez o Rhodes (e fez bem, coitado, mas nem lembro o nome dele) foi trocado por ninguém menos que o excelente Don Cheadle (“Hotel Ruanda”). Além disso vai ter o Mickey Rourke (como Whiplash, e depois de "O Lutador", ando respeitando-o muito como ator. Já gostei de “Sin City”, mas "O Lutador" é excelente) e o Nick Fury do Bronx, nosso arroz de festa, Sam L. Jackson. Ah, vai ser uma "diversão divertida".

Maio

  • A Nightmare on Elm Street (A Hora do Pesadelo)
    Refilmagem fadada ao fracasso, principalmente porque o Freddy Krueger vai ser o ótimo Jackie Earle Haley (que fez ninguém menos que o “Rorschach” em “Watchmen”, mesmo que o personagem meio que caminhe sozinho) e não pelo tradicional Robert Englund, que personificou o personagem e plantou na memória de todo mundo que já viu o filme alguma vez na vida. O personagem tá muito enraizado na memória dos fãs pra refazer. Não é o "Jason". Mas se tratarem a franquia de uma forma séria, e não caricaturarem muito o personagem principal, pode dar certo. “Sexta-Feira 13” já foi refeito. E ninguém viu.
  • Robin Hood
    Deve ser a Trigésima tentativa de fazer um filme do “Robin Hood”, mas dessa vez pegaram pesado: direção de Ridley Scott e o Robin Hood vai ser o Russel Crowe. Tem toda a pinta que será "Gladiator II", e como todos nós sabemos, um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Mas vou ter que ver, né ? Vai que cai !

Junho

  • Prince of Persia : the Sands of Time
    Tá, todo filme baseado em vídeo game, não deu certo. Fiascos como "Street Fighter, the History of Chun Li" do ano passado, passou, foi direto pro DVD e ninguém viu. "Hitman", "Street Fighter" e qualquer outro que você lembrar, é lixo. Esse não deve ser diferente. Tem o Jake Gyllenhall (o Donnie Darko, só pra não falar que ele foi o cowboy gay, pra variar, porque ele deve estar de saco cheio de ouvir isso) no papel principal, e outros nomes de peso como Ben Kingsley e Alfred Molina. O diretor é o Mike Newell (de um dos “Harry Potters”, “Donnie Brasco” e “O Sorriso de Mona Lisa”). Vai que esse dá certo. Duvido. Mas...
  • The "A" Team
    Porra, o Esquadrão Classe A !!! Tá, não vai ter o Mr. T (“You fool!”) como B.A., vai ser o lutador Quinton Rampage Jackson, mas vai ter o Liam Neeson como Coronel Hannibal Smith e a Jessica Biel, fazendo sei lá o que, mas é a Jessica Biel ! Imperdível !
  • Toy Story 3
    Porque Toy Story foi a melhor animação da Pixar até hoje. Porque os personagens são bons. Porque vai ser em 3D. E se "Era do Gelo" teve 3 partes, porque "Toy Story", não ? Não gosto de animação, mas acho que vai valer a pena.
  • Eclipse (a terceira parte de "Crepúsculo")
    Esse eu não posso deixar de perder. Minhas sobrinhas vão me matar, porque elas amam essa vampirada emocore. Eu não vi os outros (vi um pedaço do primeiro e desisti) e não devo ver esse também. Vampiro pra mim é o Christopher Lee, ou "Drácula de Bram Stocker". Isso sim é vampiragem da ZL, mano !

Julho

  • Shrek Forever After
    Ah, vai ser ruim. Eu sei. O que é uma pena, pois Shrek um e dois são geniais. Acho que não tem mais fôlego. Vão colocar a voz da Megan Fox, o que claramente vai dar errado, pois ninguém quer ouvir a Megan Fox, só ver. Prevejo decepção. O consolo é que está sendo anunciado como o “Capítulo Final”. Será ?
  • The Karate Kid
    Tá, joguem pedra, mas eu achei o trailer bom. Parece que tem um roteiro minimamente melhor trabalhado que o primeiro (o que eu sei que não é difícil). E eu sei que sem o Pat Morita não é o Sr. Myagui, mas o Jackie Chan se esforça em todo filme, por pior que seja. E vamos ver o filho do Will Smith, Jaden Smith, andando com as próprias pernas. Ele mandou bem em "à Procura da Felicidade", mas o filme é excelente, então era covardia. Enfim, sem justificativas : eu vou ver. Mas não esperando muita coisa.
  • O doce veneno do escorpião
    Confesso: eu li o livro. Mas eu li meio como lia Playboy na adolescência, fui direto para as partes boas. Deborah Secco como Bruna Surfistinha e Danielle Winits no elenco. Sei que vai ser como uma novela da Globo mais "picante", mas curiosidade mata. Se souberem fazer o marketing direito, pode até causar um “hypezinho” na época do lançamento - sabiamente nas férias escolares, para os adolescentes socarem o pilão dentro dos cinemas.

Agosto

  • Tropa de Elite 2
    Senta o dedo nessa porra! Poucas seqüencias superam o original. Filme nacional então, que normalmente nem seqüencia tem, nem se fala. Mas eu gostei tanto do primeiro que esse eu vou por na conta do papa. Tá com medo da seqüencia ? Então PEDE PRA SAIR !
  • Inception (“A Origem”)
    Eu gosto do Chistopher Nolan (dos novos “Batman”. “Amnésia” e “O Maquinista”) como diretor. DiCaprio no papel principal. Roteiro meio surreal, mas pode dar samba. Tenho esperanças.

Setembro

  • Mercenários
    Eu acho que vai ser o melhor filme ruim de todos os tempos. Realiza : Sylvester Stallone, Jason Statham (“Adrenalina”, “Carga Explosiva”, o único ator de ação bom da nova geração), Jet Li, Dolph Ludgren (o eterno Ivan Drago de “Rocky IV”, mas também de “He-Man”, que ele mesmo queria esquecer), Mickey Rourke, Bruce Willis,  Eric Roberts (o irmão pobre da Julia Roberts) o lutador de Vale-Tudo Randy Couture, o ex-lutador de Luta-Livre "Stone Cold" Steve Austin (que também fez o fraquíssimo "O Condenado", mas que é divertido porque é uma cópia descarada de "The Running man", o sobrevivente), e até o “governator” Arnold Schwarzenneger vai aparecer (fazendo o papel dele mesmo, mas vai)... IMPERDÍVEL !!! Só faltou o Chuck Norris, o Van Damme (que recusou) e o Steven Segal pra ser o melhor filme ruim já filmado na história da humanidade. E a direção é do Stallone. Lembra o que ele fez em “Rambo IV”. Vai ser animal.

Novembro

  • Harry Potter e as relíquias da morte – Parte I
    Eu deixei de acompanhar a saga do Harry Potter há algum tempo, por começar a achar juvenil demais. Esse filme então - que é a história do livro dividido em duas partes, onde esta é só a primeira - não me anima em nada. Mas pra quem é fã.. Tá chegando no fim. Não pode perder. Depois me conta.

Dezembro

  • Tron Legacy
    Tron foi um marco na minha época. E daí que a história era viajante em um tempo que ninguém entendia direito esse lance de computador (o filme original é de 1982) e o personagem principal era abduzido pra dentro da máquina ? O que importava é que o visual era louco, e aí disfarçava a história confusa e chata. Eu acho que na época, o problema foi que - por ser um filme da Disney - a coisa ficou meio em cima do muro, e não era um filme nem para os adultos, nem para os adolescentes. E ele ficou no Limbo. MESMO. Pois "Tron Legacy" não é uma refilmagem... É uma continuação ! E tem o mesmo Jeff Bridges (que deve ganhar o Oscar esse ano, aliás) no filme ! Vamos ver se dessa vez a história tem um pé e uma cabeça. 

É isso. Agora você sabe onde me encontrar nas salas de cinema de 2010. Ou não.

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adriane_galisteu Eu gosto de dirigir, mas como todo bom Paulista, o caos da cidade me faz perder esse prazer no primeiro momento em que eu tenha que vir trabalhar de carro (sou um feliz usuário do metrô, na maioria das vezes). Afinal, em São Paulo você não dirige, você empurra seu carro 10 centímetros a cada 20 minutos.

Apesar de todos os perigos que você enfrenta a dirigir um carro nessa cidade caótica – acidentes, assaltos e afins – você vê coisas curiosas pelas ruas, como o fato de toda pessoa que está sozinha no carro do seu lado, ao parar no farol, enfia o dedo no nariz. Você ainda pode ver um espetáculo de pirotecnia no farol da Henrique Schaumann, enquanto torce para que tudo dê errado, ou ainda pensar porque você deve pagar R$ 1,0 em um mini pacote de balas pendurado no seu retrovisor (tá, eu sei que a idéia é "ajudar", mas fala que você nunca olhou para aquele pacotinho de balas e pensou "caraca, R$ 1,0 nisso aí tá muito caro" !).

Mas você já encontrou alguém "famoso" no trânsito. Eu já, algumas vezes aliás. Mas teve uma oportunidade que me marcou.

Estava subindo a Henrique Schaumann, quando em um farol, percebo que uma BMW branca embica na frente do meu carro, saindo de um prédio, impondo a sua vontade perante a minha. Sem ver quem era, dei uma leve acelerada, suficiente pra colocar o carro um pouquinho à frente, para não dar passagem. Fiz a típica cara "filho da puta" (que infelizmente não consta no código de trânsito, mas deveriam ensinar isso nas escolas, juntamente com o gesto "passa por cima", um clássico), mas senti que a proprietária do carro, uma loira, olhava insistentemente para mim.

Desviei o olhar e, surpresa: Adriane Galisteu. Um pouco mais nariguda do que eu imagina, mas cara, era a Adriane Galisteu. E, quando ela viu que eu estava olhando, sorriu pra mim. CARA, A ADRIANE GALISTEU SORRIU PRA MIM. Continuei impassível, porém ela resolveu usar de uma artimanha forte das mulheres: piscou pra mim, como uma indicação para que eu a deixasse entrar. CARA, A ADRIANE GALISTEU SORRIU E PISCOU PRA MIM.

Diante dessa situação eu tinha a obrigação de fazer alguma coisa. Afinal, eu sou o macho alfa. Eu tinha que aproveitar essa chance. Então eu fiz o que qualquer homem, macho, viril e másculo faria. Abaixei o vidro do passageiro do meu carro (ainda era de "manivela") e com minha voz sedutora disse:

- Escuta... Não é porque você tem uma BMW que você vai entrar não. Folgada.

E com a mesma calma britânica que me é peculiar, fechei o vidro, o farol abriu, não olhei mais pra cara dela e fui embora, feliz.

E antes que você questione a minha masculinidade, saiba: eu tenho plena ciência que eu nunca comeria a Galisteu. Essa foi só pra garantir.

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Jesus Não tenho o melhor humor do mundo pela manhã, como a maioria das pessoas que eu conheço. Não chego a ser ranzinza, mas estou longe de ser considerado um "cara legal" pela manhã. E essa variação de humor pode pender para o pior se eu não tive uma boa noite de sono. E foi em um desses momentos que ao chegar no trabalho, encontro uma simpática moça que me recebeu com um sorriso e com um "bom dia" na porta do elevador. Com um sorriso amarelo, respondi o bom dia enquanto esperávamos o elevador, que – em um momento mágico – não tardou a chegar.

Dentro do elevador o silêncio constrangedor típico de elevador tomava conta do ambiente, quando foi quebrado pela simpática moça:

- Sabia que Jesus te ama ? – disse, confiante, com um sorriso não tão caloroso quanto o do bom dia.

Atordoado por aquela revelação às oito horas da manhã, após uma noite mal dormida, pensei rapidamente, respirei e respondi:

- Sabia, mas eu já sou comprometido.

Mais atordoada ainda pela revelação que havia feito, e me acusando de blasfêmia, a já não simpática moça, que hoje evita pegar o elevador comigo, partiu sem saber que repentinamente havia alegrado a minha manhã.

É... Realmente Deus escreve certo por linhas tortas.

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Não é uma tradução literal do artigo original da PCWorld

O gênio que definiu que "Informática" (Hoje, na era do politicamente correto, chamada de "Sistemas de Informação") é uma ciência tinha que morrer chicoteado. Quem trabalha na área sabe a quantidade incrível desses pequenos gênios e suas idéias fantásticas. Toda empresa tem aquele cidadão (normalmente superior à você) que tem idéias estapafúrdias, mas que acredita que esse é o caminho, e como dono da verdade universal comete cagadas sem iguais nesse competitivo mundo corporativo de hoje.

Mas entre todos estes, alguns se destacaram, e merecem ser lembrados e homenageados eternamente, para que também não nos esqueçamos que muitas outras grandes cagadas ainda virão, e o que vou citar aqui são alguns pequenos exemplos do mundo da informática. Então vamos ao nosso pequeno troféu Pete Best :

http://www.wired.com/techbiz/startups/news/2007/09/ff_facebook

Mark Zuckerberg Em 2006 o Facebook, criação de Mark Zuckerberg, tinha apenas dois aninhos de vida, e servia apenas como playground digital para o pessoal da Ivy League (grupo de oito faculdades privadas do nordeste dos EUA). De olho no boom das redes sociais – o que depois seria chamado de Web 2.0, juntamente com outras tecnologias – e espelhado no sucesso do MySpace (o Orkut lá fora nunca fez tanto sucesso assim), que na época tinha 100 milhões de usuários registrados contra apenas 8 milhões do Facebook, o Yahoo fez uma proposta para Zuckerberg: Um bilhão de dólares no seu "sitezinho". Zuckerberg, um garoto de 23 anos na oportunidade, fez o que qualquer garoto com sua idade faria: aceitou na hora. E assim, em Junho de 2006, Zuckerberg e Yahoo tinham um acordo.

Porém, pouco antes do acordo realmente se concretizar, o Yahoo passou a ter sérios problemas financeiros (que aliás se arrastam até hoje, não sei se vocês acompanharam as insistentes investidas da Microsoft para comprar o Yahoo), suas ações despencaram 22% e o jeito foi cortar gastos. O CEO do Yahoo na época, Terry Semel resolveu então mudar a proposta para Zuckerberg, e baixou a oferta para U$ 800 milhões. Zuckerberg imediatamente falou não. Dois meses depois, Semel voltou atrás e voltou a proposta para U$ 1 Bilhão, mas já era tarde demais.

Hoje, o Facebook tem mais de 250 milhões de usuários registrados no mundo todo, e está avaliado entre U$ 5 e 10 bilhões, dependendo de quem está contando. Três anos e dois CEO depois, o Yahoo ainda luta para sobreviver (e a Microsoft já desistiu do negócio também).

 

Tony FadellTodo mundo acha que Steve Jobs é um dos maiores gênios da história da Informática, e um dos seus melhores tiros foi a criação do iPod. E quem pensa nisso está quase certo, exceto que Steve Jobs não inventou o iPod.

Você conhece o Real Player? Acredito que você já deve ter visto ele por aí. Trata-se de um player para mídias como som e vídeo, criado pela Real Networks, que durante um bom tempo tentou se firmar como a referência neste segmento nos primórdios de internet (sem sucesso, aliás). Mas durante o outono do ano 2000, o destino da Real Networks quase mudou, quando Tony Fadell, recém saído da Philips, tentou apresentar sua idéia de um tocador de MP3 diferente, menor, mais fino, mais elegante, com um sistema de entrega de conteúdo de música digital centralizado para que o usuário pudesse encher os seus "pods".

Tanto a Philips quanto a Real Networks não entendera, a proposta de Fadell, que foi parar na Apple, onde trabalhou na divisão do iPod até novembro de 2008. Steve Jobs bolou o design, Fadell bolou o conceito e hoje a Apple controla 80% do mercado de música digital na Internet. O conceito de distribuição digital virou o iTunes, que também é um player, enquanto o Real Player da Real Networks, apesar de existir até hoje, está praticamente esquecido. A Philips também tem seu clone do iPod hoje em dia, que talvez você já tenha visto por aí.

 

 

 

  • Sony vs Toshiba em Alta Definição

http://www.pcworld.com/article/142584/hd_dvd_vs_bluray_disc_a_history.html

Poucas guerras de formato de mídia custaram tanto para as partes quando a recente definição do novo padrão de mídia em alta definição. De um lado, a Sony – que seria a campeã – com o seu disco em Blue Ray. Do outro, a Toshiba com o seu HD DVD. Curiosamente, esta guerra era uma releitura do meio dos anos 90, onde as duas empresas brigaram por um novo formato para a distribuição de filmes, e acabaram juntando forças com o melhor de suas especificações no que seria conhecido posteriormente como "Digital Versatile Disc", ou simplesmente DVD.

Blue-Ray vs HD-DVD

De 2002 até 2008, Sony e Toshiba lutaram de todos os jeitos pelos seus formatos, gastando rios de dinheiro não só em pesquisa, mas em investimento em parceiros para a distribuição de suas mídias. A Sony ganhou a briga em 2008 quando puxou o tapete da Toshiba, pagando U$ 400 milhões para um dos maiores parceiros da Toshiba, a Warner Brother Studios, para que desistissem do HD DVD em favor do Blue Ray.

O tempo e esforço perdido para a criação rápida de um novo e único formato – como aconteceu com o DVD – custou anos de vendas fracas para cada uma das companhias nesse setor. Se tivessem definido um formato único em 2002, hoje o DVD já seria história. Porém hoje o DVD ainda vence a venda de Blue Ray em uma proporção de 10 para 1, e o futuro promete que as mídias de filmes e shows sejam todas on-line (on demand).

 

Conheço poucos casos onde marido e mulher trabalhando na mesma empresa dá certo. Que o Diga Gary Kildall, da Digital Research, em 1980.

Gary KildallNeste ano, a IBM estava procurando alguém que criasse um sistema operacional para o novíssimo IBM PC. Muitos pensam que a Microsoft foi a primeira escolha, mas não foi. Como a Microsoft não tinha nenhum sistema operacional, Bill Gates em pessoa recomendou à IBM que procurasse por Kildall que havia criado o sistema operacional chamado "CP/M". Kildall estava viajando para entregar um produto para outro cliente, e então deixou sua esposa, Dorothy, para negociar com a IBM.

Dorothy não gostou de algumas coisas no contrato com a IBM, e mandou os executivos da empresa plantar batatas. A IBM voltou a procurar Gates, que rapidamente, junto com seu sócio Paul Allen apareceu com o sistema operacional MS-DOS, que era baseado em um sistema menor chamado QDOS, criado por Tim Paterson, que por sua vez tinha copiado partes do CP/M. Quando Kendall retornou e reassumiu as negociações com a IBM, acabou fechando um contrato baseado nas alterações sugeridas por sua esposa. E assim a IBM passou a distribuir os dois sistemas operacionais para quem comprasse seu IBM-PC: O MS-DOS por U$ 60, e o CP/M por U$ 240. Advinhe quem ganhou? O mais barato, claro.

Antes do MS-DOS improvisado, a Microsoft tinha apenas uns poucos programas em BASIC (eu mesmo tive uns joguinhos para o TK-90x feitos pela Microsoft), e depois desse contrato com a IBM… Bem, você sabe o resto.

 

 

 

  • A "máquina de Xerox" era pra ser o Mouse

Xerox Alto Muita gente pensa que o primeiro computador com um sistema operacional amigável como o Windows foi o IBM-PC. Muita outra gente pensa que foi o OS da Machintosh. Umas poucas acham que foi o MITS Altair. Mas na verdade, o pioneiro veio uma década antes de todos eles: era o Xerox Alto.

O Alto tinha o hoje hyper-popular mouse, era possível ser ligado em rede e já tinha o conceito do WYSIWYG ("What you see is what you get", ou "O que você vê é o que você tem" com recursos como copiar e colar, clicar e arrastar, e coisas afins) para textos.

O problema é que o ano era 1973, e assim, não existia mercado para o Computador Pessoal (Personal Computer, ou simplesmente PC). Então a Xerox não sabia exatamente o que fazer com o Alto. Resolveu então fazer umas poucas centenas de unidades e distribuiu para algumas universidades, e deixou ele pra lá.

Foi então que em 1979, Steve Jobs em uma "inocente" visita à Xerox, conheceu o Alto e incorporou diversas características do Alto em seus Macinthosh e Apple's Lisa. Rapidamente a Xerox percebeu a besteira que foi deixar o Alto e todo seu potencial de lado, e lançou uma versão revisada chamado "Xerox Star". Mas aí já era tarde demais…

 

  • O começo do fim da indústria fonográfica

Poucos setores do comercio desperdiçaram tantas oportunidades tecnológicas como a Industria da Musica. O modelo arcaico e a cabeça dura de quem só quer ganhar dinheiro acima de tudo, começou a cavar a sua própria cova com o início da música "digital".

Em 1999, um cara chamado Shawn Fanning inventou uma maneira muito simples de compartilhar música pela rede. E assim nascia o Napster. O antigo trabalho de gravar seus discos de vinil em fita cassete para seus amigos agora virava brincadeira de criança, bastando deixar seu arquivo de música digitalizada no seu computador para compartilhar não só com seu amigo, mas com quem você quiser.

Shawn Fanning A reação imediata da indústria da música foi processar o Napster, por contribuir com a quebra dos "copyrights". Ninguém estudou alternativas, ninguém procurou entender o problema. "Vamos acabar com tudo" era a lei. A melhor proposta para o Napster era parecida com os acordos para as rádios, pagando os "royalties" para os artistas cuja música estava sendo compartilhada pela Internet.

Claro que não deu certo, e – com o Napster tendo problemas e sendo o inimigo número um da RIAA (Record Industry Association of America) – a criatividade humana começou a propagar em outras ferramentas como o Gnutella, Grokster, Kazaa, Morpheus, entre outros.

No ano 2000, o site MP3.com lançou um serviço onde os usuário podiam enviar músicas de suas coleções de CD para seu servidor, e ouvir via streaming para qualquer outro PC. Advinha o que a indústria da música fez : processo. Venceu e o site mudou o foco do seu negócio, caindo no ostracismo.

Pense em um número grande de serviços processador pela RIAA. Pensou? É bem mais do que você imagina.

Hoje em dia, em acordo entre as gravadoras diretamente com boa parte desses sistemas de distribuição de música, como o Pandora (que só funciona fora do Brasil), o iTunes, o próprio Napster e afins, a indústria da música encontrou um "cantinho" para tentar respirar e sobreviver mais um tempo. Se continuar perdendo tempo processando todos os serviços de distribuição, em vez de se juntar – como estão fazendo hoje – com eles, daqui a pouco já estarão tampando a própria cova.

 

  • A CompuServe ia dominar a Internet. Ia.

Se os pioneiros de internet soubessem a velocidade que essa rede daria para tudo, lembrariam de um dos principais ensinamentos no mundo dos negócios: "bobeou, perdeu".

No começo dos anos 90, para os felizardos nos EUA que queria acessar a Internet no conforto de seus lares, tinham apenas um caminho: a CompuServe. Com seu software distribuído em praticamente todos os modems da época (se você teve um modem de 28.800k ou 33.600k sabe do que eu estou falando) dava de cara com um CD que te levaria a o primeiro grande portal da Internet. Assim, a CompuServe começou a ter uma base sólida de clientes, e assim começa uma tendência que hoje é muito comum (e pouca gente percebe): o direcionamento de conteúdo de acordo com o público. Isso também criaria pequenas "redes sociais", que também virariam febre no futuro.

CompuServe Tudo ia bem, até que a AOL (America on Line) apareceu com uma proposta simples: o acesso da CompuServe era cobrado por hora. A AOL cobrava pelo acesso ilimitado, através de um pagamento mensal. Tinha uma interface de acesso mais simples, e para arrebanhar clientes com suas propostas, distribuiu simplesmente 50 bilhões de CDs de instalação no mercado. Tinha CD em tudo que você pudesse imaginar.

Tardando para mudar sua estratégia, a CompuServe passou a perder parceiros, que foram migrando para a concorrência. Em 1997, a AOL comprou a CompuServe, e foi aos poucos incorporando seus serviços, tornando-se o maior provedor de acesso nos EUA por muito tempo.

Algo parecido aconteceu no Brasil, quando a UOL foi o provedor número um do Brasil, tirando a Mandic do seu posto. Mas o UOL também não soube manter o postor, sendo levado pela onda da "Internet Gratis" (que também foi um certo fiasco após um tempo, quando até o IG – cujo nome era a abreviação de "Internet Grátis" virou "Internet Group", e era a evolução da Mandic) e posteriormente comprando uma briga injusta com o Terra, mas tem uma importância "local", então vou deixar pra lá.

  • E se o Google não existisse?

Open Text Nos primórdios da Internet, os grandes buscadores de página eram o Yahoo, Alta Vista, Lycos ou Hot Wired. No Brasil, o simpático "Cadê?" (comprado pelo Yahoo). Mas no meio dos anos 90 a ferramenta mais legal de procura chamava-se "Open Text". A idéia era procurar de uma maneira rápida, precisa e compreensiva documentos indexados, trazendo o resultado pela relevância da procura, e não exatamente pelo que havia sido digitado. Em 1995, a Open Text Corp revelou que já havia indexado cada palavra dos 5 milhões de documentos que existiam na Web naquele momento. Neste mesmo ano, a Yahoo incorporou a tecnologia da Open Text em seu site.

Mas dois anos depois da parceria com o Yahoo, a Open Text resolveu deixar esse ramo de buscadores web para lá, e passou a gerenciar conteúdos empresariais. Um ano depois, apareceu o Google.

  • A Microsoft não deixa a Apple morrer

Apple vs MS Já faz algum tempo que a Apple não está 100% bem das pernas. Mas há exatos 10 anos, a Apple estava na beira do abismo. Bastava um empurrãozinho, e adeus Apple. As vendas do Mac estava baixíssimas, e clones como o Power Computer estavam vendendo como água. O CEO, Gil Amelio, tinha sido rodado e Apple não encontrava ninguém para o lugar.

Foi então que em uma Expo Macworld o diretor de marketing da empresa, Steve Jobs (é, ele mesmo) fechou um negócio da china para a Apple: recebeu uma injeção de U$ 150 milhões de ninguém menos do que a Microsoft. Além disso, a empresa de Bill Gates se comprometia em continuar desenvolver a sua versão do Office para o Mac. Ao anunciar a notícia na Macworld, Jobs foi vaiado, mas pouco tempo depois foi eleito CEO temporário da Apple, onde está até hoje (isso sim, é ser temporário). A Microsoft salvou a Apple.

A Microsoft perdeu a oportunidade de acabar ou comprar sua principal concorrente na ocasião. Quem sabe hoje estaríamos na WinTunes, baixando conteúdo para nossos WinPhones, hein ?

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Essa matéria veio do original no Site Webdesigner Depot, mas não é uma tradução literal.


Na matéria, a filha do autor, a pequena Sophia, de apenas 6 anos pede para seu pai ajudá-la a montar uma barraquinha de limonada. Já vimos isso em filmes e seriados dos EUA, parece ser muito comum as crianças venderem limonada na vizinhança.


Seu pai, nada animado em passar o final de semana vendendo limonada com a filha, tenta persuadi-la, mostrando todo o trabalho e dinheiro que irá perder em montar toda a estrutura do seu pequeno negócio. Determinada, Sophia estava decidida a entrar no mercado do limonadas, e nada a faria mudar de idéia.


Vencido, o pai então resolve instruí-la e sugere que ela cobre então 25 centavos por cada copo de limonada vendido. E então a garotinha revela para ele : “Mas pai, eu só quero dar a limonada de graça. Nossos vizinhos são tão bonzinhos, que eu só quero dar a limonada pra eles”. Diante daquilo, os argumentos do seu pai caem por terra, e – com a ajuda de sua esposa – seu pai monta a barraquinha de limonada. Além disso, ela pergunta para o pai se pode colocar um pouco de menta na limonada para fazê-la “Extra-Especial”, o que este concorda imediatamente. E começam as vendas.


Passados alguns minutos, uma das vizinhas se aproxima com 50 centavos para comprar um copo de limonada. Então Sophia diz : “Mas é de graça”. E a moça retruca “Tudo bem, mas quero pagar pela limonada”. Sem saber o que fazer com o dinheiro, Sophia coloca a moeda dentro de uma pequena xícara em cima da mesa (onde todo mundo pode ver). Depois de algum tempo, outros vizinhos aparecem, cada um com outros 50 centavos, e levam seus copos de limonada. Quando um carro passava,Sophia pulava gritando “Limonada Grátis”, esperando que eles parassem. A maior parte não parou, mas quando um parou, pagou logo 3 dólares pelo seu copo de limonada.


No final de sua jornada, Sophia tinha vendido 8 dólares de sua “Limonada Grátis”. E foi pensando na estratégia de sua inocente filha que o Autor resolveu escrever as nove lições que aprendeu em uma tarde vendo sua filha vender limonada :


#1 – Dê alguma coisa de graça para as pessoas e elas se sentirão obrigadas a retribuir o favor.


Quando você ajuda alguém, é criado um desejo natural de retribuir o favor. Eu mesmo já usei (e uso) muito isso no Lula.Pro. Como profissional, coloque dicas no seu blog ou site pessoal / profissional, participe de fórums oferecendo ajuda, compartilhe idéias, links, notícias no Twitter, entre outras coisas. Fazendo isso você constrói não só confiança, como também desenvolve possíveis laços profissionais com clientes e parceiros.


#2 – Dê a potenciais clientes uma prova dos seus serviços.


Oferecer rotinas, layouts, gráficos, desenhos, programas grátis (dependendo da sua área) ou algum outro serviço com um “upgrade” fácil para a versão plus, é uma idéia boa. Se você é designer por exemplo, oferecer uma base de gráficos para seu cliente visualizar uma nova identidade visual para sua empesa, pode garantir a criação de um site inteiro, folders e muito outro material “plus”.


#3 – Faça “Extra-Especial”.


Não ofereça apenas limonada. Limonada todo mundo tem, qualquer um pode fazer. Coloque aquela pitada “extra” de menta. Coloque aquele “Extra-Especial” no seu trabalho, e seus clientes notarão. Não só eles voltarão, como falarão para seus amigos. E sem contar que isso cria uma “marca registrada” para você.


#4 – Não tenha medo de contar para seus vizinhos.


Uma das primeiras coisas que Sophia fez quando sua barraca de limonadas estava pronta, foi correndo contar para o vizinho ao lado. Após pegar sua limonada, o vizinho se encarregou de contar para outros vizinhos, que não tardaram a aparecer com sua “doações”. Não tenha receio de contar para seus amigos, colegas, conhecidos e familiares sobre seus serviços. Não seja chato, não faça “spam”, mas conte o que você faz, apareça, deixe os outros saberem dos seus serviços. Rede de relacionamentos não é só pra falar o que você está fazendo no momento.


#5 – Faça o que tiver que fazer para ser “visto”.


Não basta colocar o cartaz de “Limonada Grátis”. A propaganda de Sophia constistia em pular gritando “Limonada Grátis” para os carros que passavam. Podia parecer exagerado, mas funcionou. O quanto você anda “gritando” sobre seus negócios ?


#6 – Seja Persistente.


Sophia não desistia de gritar mesmo inúmeros carros não parando para ela. Quando um parou, basicamente pagou metade do seu lucro. Isso me lembrou daquele filme onde o Kevin Costner constrói um campo de beisebol, e seu lema é “Construa, e eles virão”. Já ví bandas grandes darem shows para 5 pessoas como se tocassem para o Maracanã lotado. O que importa é fazer, insistir, não importa para quantos, mas não deisitir é fundamental. Hoje são 5 amanhã 5 mil, depois 5 milhões.


#7 – Construa a antecipação.


A primeira cliente de Sophia sabia sobre o seu projeto e já estava lá assim que a barraca de limonadas abriu. Não apenas lance seu site/produto/serviço. Deixe as pessoas saberem que está chegando. Lance dicas, mostre algumas imagens, alguns “screenshots”, faça as pessoas esperarem pelo grande dia.


#8 – Ache bons parceiros.


Deixar alguém do seu lado bebendo a limonada não vai ajudar. Vai fazer a limonada acabar mais rápido. Mas encontrar alguém que pule e grite em outros lugares “Limonadas Grátis” que levem até você, é ótimo. Bons parceiros não significa entupir o seu site ou blog com “Ads” do Google por exemplo. Isso inclusive deixa seu site sujo visualmente, desagradável de ler. Encontre parceiros que realmente façam algo por você.


#9 – Divulgue sua popularidade.


Uma vez que sua xícara começa a encher de moedas, outras pessoas tendem a colaborar com “doações”, Não tenha mendo de mostrar sua popularidade. Assim que a coisa esquentar, coloque contadores e contadores de comentários no seu site, número de inscritos no seu blog, número de seus seguidores no Twitter. Mas lembre-se: espere a coisa esquentar. Quando tiver bastante gente: bote a boca no trombone.


Claro, a matéria tem um conteúdo “poético”, e nada é a verdade absoluta. Mas achei interessante escrever sobre o artigo, pois são técnicas que realmente usei e se mostraram funcionais.


Vai uma limonada aí ?

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Conversava eu pelo twitter com meu amigo Diego Camara - que também colabora no site "O Crepúsculo", sobre a lista feita pelo HornsUp das Top 10 Gatas do Metal. O assunto ficou interessante pois cada um tem seu gosto particular, e nunca uma lista de qualquer coisa "Top 10" vai agradar todo mundo. Mas para mim o assunto ficou mais interessante ainda pois lembrei de um comentário que fiz em algum lugar - não lembro se foi no Twitter, ou em algum fórum - sobre um dos motivos que me fazia odiar o Grunge, que acabou com as mulheres bem cuidadas do metal e nos presenteou com as relaxadas de camisa de flanela e bermudão (alguém lembra das "4 Non Blondes", por exemplo ?)

Tá, o Metal não tinha lá suas grandes musas, mas as garotas que gostavam de Heavy-Metal se cuidavam. E muito. E mesmo não tendo tantas musas assim, nos tinhamos a Doro Pesch e a Lita Ford, o que já valia por todas as grunges juntas :

DoroLita

Depois disso, levou um tempo pra aparecerem mulheres realmente bonitas no metal. Tinhamos ótimas representantes vocais, como a Lana Lane, mas bonita...Tava difícil. Eu não discordo completamente da lista da HornsUp. Mas resolvi fazer a minha, ué. Porque gosto é que nem...você sabe. E cada um tem o seu.

Então, IMHO, a minha lista das Top 10 Gatas do Metal (de trás pra frente, pra manter o suspense):

# 10 - Maria Brink (In This Moment)

10-MariaBrink

O "In this Moment" é uma banda americana de "metalcore" (a evolução do New Metal) nova, formada em 2005 - mas já tem dois álbuns lançados. Como representante dessa safra, tem gente que eu sei que prefere a Amy Lee, do Evanescence, mas eu sou mais a Maria Brink mesmo.

#09 - Ji In-Cho (Krypteria)


Apesar do nome, essa alemã, com descendência coreana, é vocalista da não muito conhecida banda de Power-Metal também alemã Krypteria, além de já ter gravado um álbum solo e ter participado da banda "Become One".

#08 - Angela Gossow (Arch Enemy)

08-AngelaGossow
Em uma primeira impressão, Angela Gossow parece um homem. Calma, eu não mudei de lado, nem estou louco. Mas se você OUVIU a banda de death metal Arch Enemy, da suécia, você sabe do que eu estou falando. O renomado Michael Amott (ex-Candlemass) precisava de um diferencial para o Arch Enemy, que era legal, mas não engrenava. E aí apareceu a Angela. E que diferencial.

#07 - Mariangela Demurtas (Tristania)

07-MariangelaDemurtas

A italiana Mariangela Demurtas encarou a difícil (pra não dizer impossível) missão de substituir outra beldade dessa lista como vocalista da banda norueguesa Tristania, e ainda não lançou nada com sua voz.Mas já deu pra perceber que a idéia é esquecer da ex-vocalista.

#06 - Sharon Del Adel (Within Temptation)

06-SharonDelAdel
A Holandesa Sharon Del Adel é vocalista do Within Temptation, banda que fundou junto com o guitarrista - e seu marido nada bobo - Robert Westerholt.Ela já lançou algo em torno de 25 álbuns ao longo de sua carreira.

#05 - Vibeke Stene (ex-Tristania)

05-VibekeStene
Lembra que eu comentei da missão da nova vocalista do Tristania? Pois é, a missão é quase impossível, pois é muito difícil esquecer a norueguesa Vibeke Stene. Além da beleza, Stene é professora de canto lírico e deixou muito fã choroso quanso saiu do Tristania em 2007. Chegou a ser anunciada como vocalista do Nightwish, substituindo outra musa dessa lista, mas era apenas boato.

#04 - Floor Jansen (After Forever)

04-FloorJansen
A banda neerlandesa After Forever encerrou suas atividades esse ano, deixando saudades não só das músicas, mas principalmente de sua vocalista, a multi-instrumentista Floor Jansen. Ainda bem que ela costuma participar de projetos diversos, como o Star One, então ainda vamos ve-la por aí mais algum tempo.

#03 - Tarja Turunen

03-TarjaTurunen
Ela divide opiniões, mas é impossível passar despercebido pela marca que a finlandesa Tarja Turunen deixou no Heavy-Metal após sua passagem no Nightwish, que apontou a direção para muitas outras bandas do gênero. Hoje está em uma promissora carreira solo. Seu único defeito: o marido Argentino.

#02 - Cristina Scabbia (Lacuna Coil)

02-CristinaScabbia
É aqui que a lista das Top 10 arruma a maior briga, pois as duas posições mais altas do pódio são quase unanimidade - só resta definir quem vai ser a segunda, e quem vai ser a primeira. E pra mim, a medalha de prata ficou com a italiana Cristina Scabbia, vocalista do Lacuna Coil.Realiza: Essa mulher consegui derreter o coraçãoo do Dave Mustaine, a ponto dele resolver regravar a melosa "A Tout Le Monde" com ela (Ele fala que ia fazer isso de qualquer jeito. Sei, sei). Eu nunca gostei da música, mas peguei mais simpatia depois da participação dela.

#01 - Simone Simons (Epica)

01-SimoneSimons
Pode ser difícil definir quem é a #1, mas com certeza a disputa é boa, e a holandesa Simone Simons tá sempre na disputa.Começou a carreira depois de ter escutado a outra musa Tarja Turunen no Nightwish, e decidiu seguir carreira para a alegria dos marmanjos headbangers. O Epica seria só uma banda razoável, e mesmo que Simone não seja a melhor vocalista técnica dessa lista, com certeza é todo o diferencial que o Epica tem. Quando ficou doente durante a turnê de 2008, infectada com a bacteria MRSA, deixou todo mundo uma legião de fãs desesperados, mesmo sendo substituida por Amanda Somerville (que poderia fácil estar nessa lista também). Se acontece alguma coisa com Simone Simons, muito marmanjo morre junto.

E é isso. Foi difécil, muita gente ficou de fora, como Alissa White-Gluz, Charlotte Wessels, Liv Kristine, Lori Lewis, Amanda Somerville, Anette Olzon,Anneke Van Giersberg, Lauren Harris (que não é bem metal, mas é a filha do HOMEM), a eterna Doro Pesch, Amy Lee, Sabine Edelsbacher, Lisa Middelhauve, Manda Ophius,Marcela Bovio, e mais um monte, que se quiser um dia a gente faz uma votação democrática e refaz a lista.

Obrigado ao Diego Camara, pelo papo, pela idéia, pelo incentivo e pelas dicas.

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Lula01

Essa é uma pergunta que eu estou ouvindo faz um tempo, dos amigos que viram, do pessoal de Portugal, de gente que eu não conheçoo. Por um lado eu fico muito feliz de perceber que tá fazendo falta os ProCasts. Por outro, fico triste de ainda não poder liberar nada novo pra vocês (tá, foi meio estranho esse "liberar pra vocês"). Deixa eu explicar os motivos:

- Faz mais ou menos um século e meio que eu tô tentando arrumar tempo pra reformular o Lula.Pro. A Web 2.0 já tá indo embora, e eu nem adaptei nada pra essa nova realidade. Eu preciso tornar o site mais dinâico, mais integrado com os serviçosda "nuvem" e essas coisas. Eu queria já fazer o site novo com essas novas versões dos ProCasts. É "essas", porque serão mais de uma versão. Mas acho que vou acabar fazendo algo antes;

- Demorei um pouco pra definir o primeiro formato do ProCast, porque ele estava muito "temporal". Isso é, eu tava falando de coisas que aconteceriam nos próximos dias, e se você assitir o ProCast meses depois, muito do que falamos já perdeu o sentido ou o propósito. Acho que o ProCast sobre sexo definiu um formato melhor, falando sobre um tema. Mas aquilo que vocês viram foi editado, e muito editado, pra caber em 30 minutos. Porque normalmente os assuntos são extensos. E fazer isso dá um trabalhão. Então, não é que não farei mais ProCasts como o ProCast #3, mas farei apenas quando tiver um tempo bom sobrando. O ultimamente isso está difícil;

- Pra não deixar tudo mundo na mão, deixa eu falar o que vem por aí: Os ProCast vão se dividir em 3 tipos:

- O especial que eu comentei a cima (seguindo o padrão do ProCast #3 sobre sexo), que será disponibilizado ocasionalmente no nosso canal do Youtube e certamente no Vimeo;

- O "Santo Amaro Conecction" que é a versão "Mesa-Redonda" do ProCast, com convidados especiais, que também será gravado, editado e disponibilizado no canal do Youtube e do Vimeo;

- O "ProCast - Ao vivo". Sim, ao vivo e a cores, com participaçãoo de quem quiser pela rede. Já criei um canal no Justin.Tv para o Lula.Pro, e agora só estõo faltando alguns detalhes pra começar a fazer mesmo. Ainda sem data de estréia e sem dia fixo, mas devo comentar sobre isso por aqui e quem me segue no Twitter será avisado no momento exato que a transmissão começar.

E é isso. Vamos ter mais surpresas no caminho, mas acho que agora vai. E valeu pela paciência !

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É isso aí ! Posso estar comentando pouco de cinema no fórum, mas continuo vendo um monte de coisa. E pra manter a tradição, segue meus palpites para o Oscar 2009, e assim manter o tradicional bolão do Oscar. Minha lista pode estar meio confusa, mas é que eu vou colar a lista da minha "rival" este ano e eterna amiga Marina, do Master Scenes.

O que estiver em negrito é o meu palpite. Esse ano, vou ser mais "passional" e votar para quem eu tenho vontade que ganhasse, o que vai fazer com que eu perca o bolão copiosamente. Além disso, algumas coisas que eu não ví vão no chutômetro, pelo que andam dizendo por aí.

Vamos lá !

Melhor Fotografia

“A troca”
“O curioso caso de Benjamin Button”
“O Leitor”
“Batman – O cavaleiro das trevas”
“Quem quer ser um milionário?”

Melhor Mixagem de Som


“O curioso caso de Benjamin Button”
“Batman – O cavaleiro das trevas”
“Quem quer ser um milionário?”
“Wall.E”
“Procurado”

Melhor Edição de Som

“Batman – O cavaleiro das trevas”
“Homem de Ferro”
“Wall.E”
“Procurado”
“Quem quer ser um milionário?”

Melhor Trilha Sonora Original

Alexandre Desplat - “O curioso caso de Benjamin Button”
James Newton Howard – “Defiance”
Danny Elfman – “Milk – A voz da liberdade”
Thomas Newman – “Wall.E”
A.R. Rahman – “Quem quer ser um milionário?”

Melhor Canção Original

“Down to Earth” de Peter Gabriel and Thomas Newman - “Wall.E”
“Jai Ho” de A.R. Rahman – “Quem quer ser um milionário?”
“O Saya”, de A.R. Rahman e Maya Arulpragasam – “Quem quer ser um milionário?”

Melhor Figurino

“Austrália”
“O curioso caso de Benjamin Button”
“A duquesa”
“Milk – A voz da liberdade”
“Revolutionary road”

Melhor Documentário de Longa-Metragem

"The betrayal”
“Encounters at the end of the world”
“The garden”
“Man on wire”
“Trouble the water”

Melhor Documentário de Curta-Metragem

“The conscience of Nhem En”
“The final inch”
“Smile Pinki”
“The witness - From the balcony of room 306”

Melhor Edição

“O curioso caso de Benjamin Button”
“Batman – O cavaleiro das trevas”
“Frost Nixon”
“Milk – A voz da liberdade”
“Quem quer ser um milionário?”

Melhor Efeitos Especiais

“Batman - O cavaleiro das trevas”
“Homem de Ferro”
“O curioso caso de Benjamin Button”

Melhor Maquiagem

“O curioso caso de Benjamin Button”
“Batman – O cavaleiro das trevas”
Hellboy II – O exército dourado”

Melhor Animação de Curta-Metragem

“La maison en petits cubes”
“Lavatory - Lovestory”
“Oktapodi”
“Presto”
“This Way Up”

Melhor Curta-Metragem


“Auf der strecke (On the Line)”
“Manon on the asphalt”
“New Boy”
“The Pig”
“Spielzeugland (Toyland)”

Melhor Atriz Coadjuvante

Amy Adams - "Dúvida"
Penélope Cruz - "Vicky Cristina Barcelona"
Viola Davis - "Dúvida"
Taraji P. Henson - "O curioso caso de Benjamin Button"
Marisa Tomei - "O Lutador"

Melhor Diretor

Danny Boyle - “Quem quer ser um milionário?”
Ron Howard - “Frost Nixon”
David Fincher - “O curioso caso de Benjamin Button”
Gus Van Sant - “Milk - A voz da liberdade”
Stephen Daldry - "O Leitor"

Melhor Filme em Língua Estrangeira

"Revanche", de Gotz Spielmann (Áustria)
"The class", de Laurent Cantet (França)
"The Baader Meinhof Complex", de Uli Edel (Alemanha)
"Waltz with Bashir", de Ari Folman (Israel)
"Departures", de Yojiro Takita (Japão)

Melhor Ator Coadjuvante

Heath Ledger - “Batman – O cavaleiro das trevas”
Josh Brolin - "Milk - A voz da liberdade"
Robert Downey Jr. - "Trovão tropical"
Philip Seymour Hoffman - "Dúvida"
Michael Shannon - "Revolutionary road"

Melhor Longa de Animação

“Wall.E”
“Kung Fu Panda”
“Bolt – Supercão

Melhor Roteiro Adaptado


“O caso curioso de Benjamin Button”
“Dúvida”
“Frost Nixon”
“O Leitor”
“Quem quer ser um milionário?"

Melhor Direção de Arte


“A troca”
“O curioso caso de Benjamin Button”
“Batman – O cavaleiro das trevas”
“A duquesa”
“Revolutionary road"


Melhor Filme

Quem quer ser um milionário?
Frost Nixon
O curioso caso de Benjamin Button
Milk - A voz da liberdade
O Leitor

Melhor Atriz


Meryl Streep – “Dúvida”
Kate Winslet – “O Leitor"
Anne Hathaway – “O casamento de Rachel”
Angelina Jolie – “A troca”
Melissa Leo - "Frozen river"

Melhor Ator

Mickey Rourke - “O Lutador”
Sean Penn “Milk - A voz da liberdade”
Frank Langella – “Frost Nixon”
Brad Pitt - "O curioso caso de Benjamin Button"
Richard Jenkins - "The visitor"

E lá vamos nós !
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AlBundy

Na verdade, eu não sei nem como começar este post. Mas eu me sinto na obrigação de falar algo, de fazer uma homenagem póstuma a alguém que foi tão importante para mim e provavelmente nunca se deu conta disso, pelo enorme coração que tinha.

Quando eu começei este site, estava em uma época complicada da minha vida. Tinha terminado um casamento, estava em um momento incerto profissionalmente e resolvi ocupar meu tempo com algo. O Lula.Pro foi uma válvula de escape. Oferecer ajuda para profissionais da mnha área, gente que eu nunca ví, em troca de... nada. Somente para ajudar, sem esperar nada em troca de ninguém.

E foi aí que descobri que outras pessoas já estavam fazendo isso há algum tempo. E foi nessa que conheci muita gente boa, em especial 3 pessoas : Darkness -do Fator X, Rubens Farias - do ASP3Developers e o Al Bundy - do VBF1.Net. Essas pessoas me ensinaram e me ajudaram muito, não só com o Lula.Pro, mas na vida - profissional e pessoal.

Logo, o natural aconteceu: ficamos amigos, nos conhecemos pessoalmente, saímos, nos divertimos muito. Muitas cervejas, muitas risadas, muitas sinucas...

De todos, Al Bundy - o Mau - tinha mais uma coisa em comum comigo : a paixão pela música. E assim aprendemos juntos mais coisa ainda : produção musical, gravações, softwares de música, equipamentos musicais... Chegamos até planejar abrir um estúdio juntos.

No primeiro show da minha banda - O Preacher - ele está lá, dando a força e o apoio de sempre. No segundo, no terceiro... E eu sempre que podia ia nos shows do Red Sight, sua banda de New Metal, feita com uma dedicação única, que começava a se tornar influente em seu meio. Além disso, assim como eu, o Mau tinha diversos projetos musicais paralelos, tamanha sua criatividade, vontade e paixão pela música.

Além disso, era um homem apaixonado. Encontrou sua alma gêmea, a Debby, desde seus 19 anos, e desde então nunca sequer pensou em outra pessoa. Moravam juntos e foram felizes durante todo o tempo que tiveram.

Como se não bastasse, ainda era um profissional incrível, com um conhecimento técnico impressionante, e uma habilidade única para criação de novos projetos. E ainda arrumava tempo para ser professor.

Eu não tenho outras palavras a não ser de admiração pelo Mau. Um cara incrível, único, que infelizmente se foi. Infelizmente os últimos anos da minha vida foram desperdiçados com coisas que se mostraram inúteis, e assim acabei perdendo o contato que poderia ter tido mais vezes com esse grande amigo. Mas as lições de humildade, de soledariedade, de vida que aprendi com ele, ficarão para sempre, tenho certeza. Uma pena que não pude agradecê-lo realmente por tudo que ele já fez por mim, por todos os ensinamentos, todos os conselhos, todas as as risadas, todas as conversas, todas as sinucas, todos os shows... E acredito que ele se foi sem saber o quanto significava, não só para mim, mas para muita gente. Pois ele fez tudo o que fez por todos sem nunca esperar nada em troca. Fez, porque tinha vontade de fazê-lo. Fez para ajudar. Fez por acreditar que era isso que todo mundo tinha que fazer pelo próximo : ajudar.

Adeus, Mau / Al Bundy.

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